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CECOTRAN alerta: “É necessário acelerar a chegada dos fundos europeus às empresas do Norte de Portugal e da Galiza”

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CECOTRAN alerta: “É necessário acelerar a chegada dos fundos europeus às empresas do Norte de Portugal e da Galiza”

Mensagem por Admin em Qui Jun 12, 2014 10:51 pm


“É necessário acelerar a chegada dos fundos europeus às empresas e às economias do Norte de Portugal e da Galiza para que se possa sair, definitivamente, deste momento de crise. O CECOTRAN prevê uma demora na atribuição dos fundos e pretende transmitir essa preocupação às entidades competentes dos dois países”. O alerta foi lançado por António Marques, presidente do Centro de Cooperação Transfronteiriço (CECOTRAN), num encontro realizado, hoje, em Braga, e que reuniu a Confederação de Empresários de Pontevedra (CEP), a Confederação de Empresários de Ourense (CEO), a Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC) e a Associação Industrial do Minho (AIMinho).

Para António Marques, ”um dos grandes problemas de Portugal e da Galiza é o financiamento à economia. A Europa ainda não percebeu que está a esmagar as empresas e a esmagar a sua própria economia. Em Portugal, para financiar as empresas públicas e o Estado português retiramos esse dinheiro à economia e ao sistema financeiro. Nos bancos portugueses, o indicador crédito sobre depósitos estava em 160% e tem de vir para 120% no final deste ano. Esse dinheiro tem de sair de algum lado. As estatísticas do Banco de Portugal dizem que o crédito à economia na área das micro e pequenas e médias empresas desceu brutalmente. Nós temos de desbloquear isto. Sem financiamento à economia e às empresas nós não crescemos. E uma das formas de ajudar ao financiamento da economia é também acelerar a chegada dos fundos europeus”.

No que diz respeito ao Programa de Cooperação INTERREG V-A Espanha-Portugal (POCTEP 2014-2020) e ao Horizonte 2020, o CECOTRAN quer apresentar projetos transfronteiriços “com músculo” e diretamente a Bruxelas. Para apoiar estes projetos, que são estratégicos para a região transfronteiriça, o CECOTRAN considera necessário “construir redes robustas” com centros tecnológicos, universidades e associações empresariais. Pretendem ainda contar com o apoio do Governo de Portugal, da CCDR-N, do Governo espanhol e da Xunta da Galicia.

No encontro concluiu-se que os projetos a apresentar ao POCTEP 2014-2020 e ao Horizonte 2020 deverão incidir em áreas que importam às empresas, nomeadamente mobilidade, energia e eficiência energética, inovação, reindustrialização, recursos naturais e turismo, “áreas que estamos a amadurecer”, refere António Marques.

Sobre a 27.ª Cimeira Ibérica Portugal-Espanha, realizada no dia 4 de junho, em Vidago, Chaves, o presidente do CECOTRAN mostrou-se satisfeito por terem colocado na agenda aspetos de extrema importância para as empresas, desde logo a energia e a mobilidade. No entanto, considera que a movimentação de mercadorias da zona do Norte de Portugal e da Galiza “está pouco clara. Mesmo no que respeita à ligação Porto-Vigo não está bem assente de que forma se vai fazer a movimentação de mercadorias. Sabemos que no Norte de Portugal haverá uma ligação Porto-Aveiro / Aveiro-Salamanca e outra, mais abaixo, que liga Sines-Poceirão-Caia mas o que resultou da Cimeira não foi claro na forma como tudo isto vai funcionar. Também ficamos satisfeitos pelo facto do comboio Celta parar em Viana do Castelo e em Nine mas isso não é suficiente para a área empresarial”.

António Marques referiu, por isso, que irão acompanhar o assunto de muito perto, uma vez que existe no Norte de Portugal e na Galiza um grande fluxo de mercadorias. “Sem mobilidade e sem mobilidade barata não há competitividade para as empresas. A mobilidade é estratégica e decisiva para a competitividade das empresas do Norte de Portugal e da Galiza”, remata.

Outro aspeto firmado neste encontro foi a realização, até ao final do ano, de missões empresariais conjuntas a Moçambique e ao Equador. “A ida a Moçambique não é por estar muito na moda. Esta missão não se cingirá a Maputo mas a outras regiões do país, como Nampula e Tete. Esta será uma missão para discutir projetos concretos”, salienta o presidente do CECOTRAN.

O encontro realizou-se no âmbito do CECOTRAN, uma plataforma empresarial que tem como objetivo contribuir para a minimização de défices estruturais, promovendo uma maior integração económica e a exploração de complementaridades e potencialidades que permitam a dinamização do investimento, da internacionalização, do aproveitamento de oportunidades de negócio, do fomento tecnológico e da formação profissional adequadas aos interesses da região transfronteiriça Norte de Portugal e Galiza.

O CECOTRAN foi constituído em 2012 pela Associação Industrial do Minho (AIMinho), pela Associação Empresarial de Viana do Castelo (AVEC), pela Confederação de Empresários de Pontevedra (CEP) e pela Confederação de Empresários de Ourense (CEO).

PUBLICADO EM: 2014-06-12 23:30

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Cláudio Carneiro


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