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NATO: “A Rússia não se comporta como um parceiro”

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NATO: “A Rússia não se comporta como um parceiro”

Mensagem por Admin em Dom Jul 06, 2014 7:25 pm



O secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen, foi entrevistado pelo jornalista Andrei Beketov na sede da organização, em Bruxelas. Os conflitos na Ucrânia, no Iraque e na Síria são alguns dos temas abordados nesta entrevista.

Euronews: Há mais de cinco anos que é o secretário-geral da NATO. Como avalia a situação da segurança na Europa nos últimos meses?

Anders Fogh Rasmussen: A situação mudou imenso. As ações militares ilegais da Rússia na Ucrânia são um alerta. Eles lembraram-nos que não podemos dar a segurança por garantida. Portanto, temos de adaptar-nos a esta nova situação.

Euronews: O presidente Putin disse esta semana que ele não podia deixar as forças da NATO entrarem na Crimeia, que foi por isso que a anexou. Teve em consideração estas preocupações de segurança da Rússia?

Rasmussen: Nunca tivemos a intenção de enviar tropas da NATO para a Crimeia. Portanto, é uma desculpa péssima para justificar uma anexação ilegal e ilegítima da Crimeia pela Federação Russa. Não há desculpa. A Rússia está a violar de maneira flagrante todos os compromissos internacionais, assim como todos os princípios fundamentais da cooperação NATO – Rússia.

Euronews: Acha que ainda há um envolvimento da Rússia no leste da Ucrânia? 
E como vê este impasse armado?

Rasmussen: Não há dúvida que a Rússia está fortemente implicada em destabilizar o leste da Ucrânia. Eles permitem um fluxo de armas, equipamento e mesmo de combatentes através da fronteira com a Ucrânia. Apelamos à Rússia que pare de apoiar os grupos separatistas. E pedimos à Rússia para retirar tropas da fronteira com a Ucrânia. Vimos recentemente uma nova concentração de tropas russas na região fronteiriça.

Euronews: A NATO está a aumentar a sua presença nas proximidades da Rússia?

Rasmussen: Nós aumentámos a vigilância aérea sobre os três Estados do Báltico, enviámos navios para o Mar Báltico e para o Mar Negro, realizámos mais exercícios na Polónia e nos estados bálticos. Portanto, há uma maior presença da NATO no mar, no ar e em terra. Não é uma ofensiva. É puramente defensivo, com o objetivo de assegurar a proteção efetiva dos nossos aliados.

Euronews. Como descreve a Rússia. Como um parceiro ou agora mais como um adversário?

Rasmussen: Na verdade, passámos mais de 20 anos a construir uma relação com a Rússia, mas tenho que dizer que este país não se comporta como um parceiro. E podemos ver nos documentos militares russos que consideram a NATO um adversário. E claro que temos de adaptar-nos a isso.

Euronews: Que lições devem ser tiradas das táticas militares da Rússia face à Ucrânia?

Rasmussen: Vimos as forças armadas russas agirem muito rapidamente. Forças mais modernas se compararmos com as que atacaram a Geórgia em 2008. E esta é uma das razões que me leva a pedir aos aliados na NATO que aumentem os gastos com a Defesa e que acelerem a modernização das nossas forças armadas. Nos últimos cinco anos, a Rússia aumentou os gastos com a defesa em 50%, enquanto os países da NATO, em média, diminuíram os gastos com a Defesa em 20%. Claro que isto não é sustentável. O que vimos na Ucrânia foi uma mudança e agora está na altura de parar com os cortes, inverter a tendência e aumentar gradualmente os gastos em Defesa.

Euronews: Estamos a falar da segurança na Europa. Que tipo de ameaça advém do grupo sunita que controla partes do Iraque e da Síria. O que é que a NATO pode fazer?

Rasmussen: Repito. A NATO está concentrada na defesa e proteção dos nossos aliados. Foi, por isso, que enviámos mísseis Patriot para a Turquia, para proteger o país contra possíveis ataques de mísseis da Síria, mas claro que a situação na região é motivo de grande preocupação. É público que o Governo iraquiano pediu ajuda a aliados da NATO.

Euronews: Há aviões do Irão e da Rússia a operar ao lado de aparelhos americanos. Isto significa que a NATO já está a trabalhar com estes países?

Rasmussen: Não é a NATO enquanto aliança, mas aliados a título individual da NATO que estão envolvidos. Vemos agora como a comunidade internacional enquanto tal está preocupada com esta situação e com o alastrar do extremismo e do terrorismo. Isto requer uma resposta una da comunidade internacional, para lá das tradicionais divisões.

Euronews: Qual foi a sua maior conquista enquanto secretário-geral da NATO?

Rasmussen: Temos uma NATO mais forte, mais apta e mais rápida. Apesar dos cortes nos orçamentos da Defesa, temos uma aliança muito mais forte hoje. Por causa das operações no Afeganistão, Kosovo e noutros sítios, as nossas forças armadas estão agora preparadas para trabalhar e operar em conjunto. Estão mais fortemente ligadas e mais prontas para combater do que nunca. Ao mesmo tempo investimos em novas capacidades. Entre outras coisas, começámos a construir a defesa antimíssil. Decidimos também reforçar as nossas defesas cibernéticas. Portanto, penso que eliminámos as gorduras e ganhámos músculo. Portanto, a NATO hoje está muito mais forte.

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05/07 14:54 CET

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Ucrânia pede ajuda “militar” à UE. Separatistas assumem presença de militares russos nas suas fileiras

Mensagem por Admin em Qui Ago 28, 2014 3:20 pm

Chique a ver o vídeo aqui.

“Por causa da entrada de tropas russas no território ucraniano, tomei a decisão de cancelar a minha viagem à Turquia”, palavras de Petro Poroshenko, que denuncia uma invasão russa em novo dia de escalada da violência no leste da Ucrânia. O Presidente apela também à convocação de uma reunião urgente do Conselho de Segurança da ONU.

Pouco antes, Kiev pediu à União Europeia (UE), através do embaixador em Bruxelas, um “amplo apoio técnico e militar para travar o agressor”.

Entretanto, separatistas tomaram mais pontos estratégicos, depois de assumirem que contam com a ajuda de militares russos.

A realidade vai na direção oposta do que Putin e Poroshenko anunciam nos encontros diplomáticos: separatistas pró-russos tomaram a cidade de Novoazovsk, instalando uma nova frente de combate a sul de Donetsk. A estratégia por detrás desta investida será avançar rumo a Mariupol, um porto crucial no mar de Azov, de onde os rebeldes foram expulsos em junho.

As acusações de Kiev, que denuncia o apoio de Moscovo aos insurgentes, ganham uma nova perspetiva quando ouvimos as declarações do primeiro-ministro da auto-proclamada República Popular de Donetsk, Aleksandr Zakharchenko: “Nunca escondemos o facto de haver vários cidadãos russos nas nossas fileiras, sem eles seria difícil prosseguir os combates. São entre 3 mil a 4 mil. Há também muitos militares russos que decidiram utilizar o tempo de licença para vir ter connosco. São irmãos que preferem lutar pela liberdade, a passar férias na praia.”

Em apenas 24 horas, foram mortos, pelo menos, 16 civis nos bombardeamentos em Donetsk, que deixaram ainda mais de duas dezenas de feridos. Não muito longe da cidade, os separatistas terão conseguido entretanto tomar outro importante ponto estratégico: o monte de Savur-Mohyla.

Na capital, Kiev, os membros do grupo paramilitar Batalhão de Azov manifestaram-se para exigir o reforço das tropas ucranianas no leste do país onde as forças pró-russas avançam cada vez mais.

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28/08 13:58 CET

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ACO - Operações do Comando Aliado | novas imagens de satélites expõe as tropas de combate do russo dentro da Ucrânia.

Mensagem por Admin em Qui Ago 28, 2014 3:38 pm

NATO lançou novas imagens de satélite que mostram as forças de combate russos envolvidos em operações militares dentro do território soberano da Ucrânia.






NATO E DIGITALGLOBE
Operações do Comando Aliado da OTAN em Mons, Bélgica na quinta-feira (28 de agosto de 2014) divulgou imagens de satélite que mostram novas forças de combate russos envolvidos em operações militares dentro do território soberano da Ucrânia. "Ao longo das últimas duas semanas observamos uma escalada significativa, tanto no nível ea sofisticação de interferência militar da Rússia na Ucrânia", disse o brigadeiro-general Nico Tak, Director do Centro Abrangente de Crises e Gestão de Operações no Comando de Operações Aliadas. "As imagens de satélite divulgado hoje fornecem evidências adicionais de que os soldados de combate russos, equipados com armamento pesado sofisticado, estão operando dentro do território soberano da Ucrânia ", disse ele 

História por SHAPE Public Affairs Office: 
Mons, Bélgica - a OTAN lançou novas imagens de satélite na quinta-feira, 28 de agosto, 2014, que mostram as forças de combate russos envolvidos em operações militares dentro do território soberano da Ucrânia. As imagens, captadas no fim de agosto, retratam unidades russas artilharia autopropulsada em movimento em um comboio pela zona rural da Ucrânia e, em seguida, se preparando para a ação através da criação de posições de tiro na área de Krasnodon, Ucrânia. 

Holandês Brigadier General Nico Tak, diretor da Crise Global e Centro de Gestão de Operações (CCOMC), Comando de Operações Aliadas disse que as imagens confirmaram que a OTAN e seus aliados haviam visto por semanas de outras fontes. 

"Ao longo das últimas duas semanas observamos uma escalada significativa, tanto no nível ea sofisticação de interferência militar da Rússia na Ucrânia", disse o brigadeiro-general Tak. "As imagens de satélite divulgados hoje fornecem evidências adicionais de que os soldados de combate russos, equipados com armamento pesado sofisticado , estão operando dentro do território soberano da Ucrânia ", disse ele. 

Estas últimas imagens fornecem exemplos concretos de atividade russo dentro da Ucrânia, mas são apenas a ponta do iceberg em termos do âmbito geral de tropas e armas movimentos russos. 

"Nós também detectaram grandes quantidades de armas avançadas, incluindo sistemas de defesa aérea, artilharia, tanques e veículos blindados a ser transferidos para as forças separatistas no leste da Ucrânia", disse o brigadeiro-general Tak. "A presença dessas armas, juntamente com um número substancial de tropas de combate russos dentro Ucrânia tornar a situação cada vez mais graves ", disse ele. 

Também lançado eram imagens que mostram a atividade substancial dentro da Rússia em áreas adjacentes à fronteira com a Ucrânia. NATO acredita que esta atividade está sendo realizada em apoio directo às forças que operam dentro da Ucrânia, e é parte de uma estratégia coordenada e altamente desestabilizador. 

"A Rússia está reforçando e reabastecimento forças separatistas em uma flagrante tentativa de mudar a dinâmica dos combates, que atualmente está favorecendo os militares ucranianos", disse o brigadeiro-general Tak. "O objetivo final da Rússia é para aliviar a pressão sobre os combatentes separatistas a fim de prolongar o conflito por tempo indeterminado, o que resultaria em mais tragédia para o povo do Leste da Ucrânia", acrescentou. 

A fonte das imagens é uma empresa independente chamada Digital Globe. As imagens não foram alterados ou modificados pela NATO. Informações adicionais foi adicionado para identificar os locais, datas e equipamentos. DigitalGlobe imagens podem ser verificadas de forma independente: http://www.digitalglobe.com
Fonte: OPERAÇÃO DO COMANDO DA NATO PARA A EUROPA

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