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A ANÁLISE DE SINES COMO ATIVOGEOESTRATÉGICO NACIONAL

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A ANÁLISE DE SINES COMO ATIVOGEOESTRATÉGICO NACIONAL

Mensagem por Admin em Qua Dez 11, 2013 7:37 pm

SUMÁRIO EXECUTIVO

No mar tanta tormenta e tanto dano,
Tantas vezes a morte apercebida!
Na terra tanta guerra, tanto engano,
Tanta necessidade avorrecida!
(Luís Vaz de Camões, Os Lusíadas, Canto I)

A gesta marítima dos portugueses marcou o início da expansão europeia e uma primeira experiência de trocas comerciais diretas com potências distantes. Essa iniciativa arrojada não quebrou apenas com o monopólio venezuelano sobre a entrada de pimenta preta ounoz-moscada na Europa; as novas fragrâncias e o exotismo de outras cores permitiram que se alargassem os horizontes culturais e, ao se desmitificarem tantas e fabulações, possibilitou aPortugal obter antes de outras nações europeias, uma visão global do mundo. Atualmente já não se trata de descobrir novos “mundos” mas sim novos mercados de exportação, agora querei emerge de novo na análise económica, a importância da “economia do mar”. A opção pelo mar surge assim como uma inevitabilidade e como um desafio à adoção de uma política,global, para um setor que se apresenta como estratégico. Neste sentido, Sines configura-secomo um ativo fundamental no contexto económico nacional decorrente do processo de globalização, de tal forma que, parafraseando a APS:
“se o porto de Sines parasse, parava o país”. No atual estado da economia nacional em que o setor exportador é alvo de redobrada atenção como forma de diminuir o défice externo e o endividamento, em que se valorizam empresas cada vez mais competitivas e inovadoras, tal desígnio passa necessariamente por identificar quais (as empresas), como (lograr tal objetivo) e onde (se localizam). Isso é partido contributo que se propõe oferecer ao longo deste documento, pretendendo-se identificar o caminho a prosseguir e propor a forma, para a discussão de Sines como um cluster constituído por empresas capazes de incorporar alto valor trans-acionável.O destino económico de Sines e talvez mesmo de todo o Sul do país, está na verdade ligado à dinâmica do seu porto devendo este produzir forças centrífugas que estimulem, por efeito de arrastamento, os benefícios para lá da fronteira natural contrariando o nível dedesconexão que possa vir a existir, principalmente numa região em que o litoral continua a ser a principal zona de interface. O acesso ao interior será certamente melhorado, o que implica que grande parte das atividades económicas ficarão localizadas mais para o interior e não,como convencionalmente tem sido o caso, nas proximidades dos seus terminais portuários.Com o acréscimo da influência do porto sobre o tecido sócio e conómico regional e, em Projeto de Mestrado em Economia Portuguesa e Integração Internacional conformidade com o exposto por Notteboom e Rodrigues (2005), a fase que se anuncia será de regionalização portuária do hinterland (Anexo 1), processo que descreve o alargamento da importância da atividade marítimo-portuária ao seu hinterland principal. De acordo com este modelo, a regionalização expande a atividade portuária através da adoção de várias estratégias, ligando-a de modo mais forte aos centros logísticos de distribuição de cargas no in land, o que aumenta a escala geográfica da atividade portuária para lá do perímetro do porto. Esta nova condição e novo protagonismo acrescentam ao porto uma dimensão superior em termos geoestratégicos o que pressupõe falar das infraestruturas portuárias, da cadeia logística e dos modos de transporte associados. É pois inserido no âmbito da geoestratégia dos espaços económicos e das redes mundiais da cadeia marítima, entendendo-se por cadeia marítima, o mercado marítimo, portuário e logístico, que Sines é colocado em análise, no pressuposto que as sinergias entre as partes contam mais que a sua soma individual.Com o advento do alargamento do Canal do Panamá e perante um possível incrementados rotas marítimas trans-Atlântico por essa via, convirá antecipar qual o potencial em termos de atração de fluxos de carga para o porto de Sines, sem que este se transforme num simples hub intermédio de transhipment. Nessa perspectiva e procurando situar Sines no sistema marítimo nacional e ibérico, foram efetuadas três tipos diferentes de análises comparativas:uma que procura saber qual o nível correspondente de especialização de cargas para definir em que ponto da escala da diversificação Sines se encontra, (uma vez que a um maior nível de variedade de cargas, corresponde um maior valor e maiores resultados financeiros); uma que mede o crescimento do volume de negócio em comparação com os seus principais competidores ibéricos (de modo a situar Sines no mapa da rede marítima mundial) e, por fim,uma análise qualitativa baseada nos fatores condicionantes da competitividade inter-portuária, pois convirá igualmente comparar quais as potencialidades e fraquezas que reúne num cenário marcado pela capacidade de atração de carga com que se defrontará com estes competidores.Ausente não poderia estar a análise do nível de governante portuária que na prática se traduz em fazer as coisas bem – eficiência -, medida em termos de produtividade, e as coisas certas – eficácia -, medida em termos de criação de valor para os clientes. Como os portos concorrem num mercado aberto, como qualquer outra indústria, apresentam-se sugestões para a elaboração de um plano estratégico e de um plano de marketing.

Segundo Ducruet, Koster e Van der Beek (2010), a especialização pode ser definida como o peso relativo de algumas atividades proporcionalmente a outros portos, em média. Estes autores que, na obra mencionada procederam a uma exaustiva revisão de literatura sobre este tópico, concluíram que o desempenho e a variedade de carga estão relacionados, seja por impacto unilateral, seja por causação circular.

Ler mais: http://www.academia.edu/3826169/A_Analise_de_Sines_como_Ativo_Geoestrategico_Nacional_Um_Cluster_Suportado_nas_Redes_Maritimas_Mundiais
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