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Mensagem por Admin Qua Fev 25, 2015 12:27 pm

Turismo Em Portugal – Setor Em Mudança E Crescimento (Parte 1) Nuno-Tadeu-750x400

O turismo em Portugal observou um crescimento assinalável, tendo conseguido aumentar a sua capacidade de atração de turistas de nacionalidades diferentes das tradicionais (por ex. franceses), sendo Portugal atualmente reconhecido pelos turistas como um país europeu que lhes proporciona elevados níveis de segurança (comparativamente com outros países mediterrânicos de matriz muçulmana) e excelente relação qualidade/preço, para além dos atributos sobejamente e tradicionalmente reconhecidos (clima, simpatia, gastronomia local). Dos vários acontecimentos que têm tido um forte impacto na indústria de turismo em Portugal, são de destacar:

• Impacto da Internet

Atualmente, grande parte das marcações e primeiro ‘contacto’ com destinos e unidades hoteleiras é feita via net. Deste modo, os principais canais de promoção e marketing de turismo em Portugal (mesmo os oficiais e institucionais) passaram a ocorrer online;

• Crescimento da oferta de dormidas paralelas

Aproveitando plataformas net e procurando aproveitar o aumento de procura por estadias a baixo custo, muitos proprietários de apartamentos no centro das cidades começaram a explorá-los turisticamente;

• Crise económica europeia e nacional

Com a fácil comparação de custos de diárias via internet e o crescimento de oferta de dormidas paralelas, em ambiente de crise económica, muitos dos consumidores tiveram nos últimos anos como principal motivação para a seleção do local da sua dormida o custo da mesma.

Muitos operadores hoteleiros reagiram a esta tendência com a descida de custos de dormidas nas suas unidades hoteleiras. Mesmo que em alguns casos não se tenham verificado descida de preços pedidos de balcão, verificou-se uma real descida de preços efetivos de dormidas, via descontos acrescidos a operadores turísticos, empresas, etc. ou maior investimento em custos com comissões das marcações via internet.

Esta opção, mesmo permitindo alguma recuperação do nível de taxa de ocupação das unidades hoteleiras, raramente evitou uma degradação do RevPAR (diária x taxa de ocupação). Muitas destas unidades procuraram minimizar o impacto de perda de receitas através de uma contenção de custos na sua operação hoteleira, especialmente em custos de pessoal (payroll) e/ou aumento de outsourcing.

No entanto, esta contenção de custos não se revelou tão elástica quanto o impacto da descida do preço de diárias, pelo que elevado número de operações hoteleiras não evitaram, em muitos casos, uma degradação crescente dos seus resultados operacionais

• Aparecimento de novos proprietários

Tradicionalmente, muitas das unidades hoteleiras em Portugal tinham sido desenvolvidas por promotores imobiliários sem experiência de gestão hoteleira, tendo obtido financiamentos fortemente alavancados, com LTV’s (loan to value) elevados para o sector em causa e com base em projeções e estimativas de resultados operacionais otimistas face à tendência de degradação de resultados operacionais pelos motivos acima referidos

Como consequência desta difícil conjuntura, verificou-se desde 2011 um aumento do incumprimento das responsabilidades financeiras por parte de diversas unidades hoteleiras nacionais, incorrendo posteriormente em processos de insolvência

Desde 2012 que diversos fundos de reestruturação nacionais (geridos por ECS Capital, Explorer Investments, Oxy Capital e outros) adquiriram alguns dos ativos hoteleiros (que por entrarem em incumprimento do seu serviço de dívida ficaram nas mãos dos credores) maioritariamente situados no Algarve e na Região Oeste (destinos Golf, Sun & Fun).

Estes fundos de reestruturação foram nos últimos 3 anos os principais investidores de Hospitality em Portugal
Desde meados de 2014 que investidores internacionais com elevada capacidade financeira estão a comprar imóveis na Península Ibérica. Em Portugal, existem imóveis que, pelas suas caraterísticas e dimensão têm suscitado interesse para este tipo de investidores, nomeadamente unidades hoteleiras (ex. Tivoli Hotels & Resorts) ou projetos residenciais-turísticos de grande dimensão (Vilamoura, Vale de Lobo, Herdade da Comporta)

Para além disso, existe um crescente número de cadeias internacionais ainda não instaladas em Lisboa e Porto que estão a analisar a possibilidade ou planeiam vir a instalar unidades hoteleiras num futuro próximo, já que estas cidades estão a ganhar cada vez maior importância como destinos turísticos na Europa, registando um número crescente de visitantes e de prémios internacionais nos últimos anos.

Nuno Tadeu
Associate, Consultor sénior em Hospitality Cushman & Wakefield

25 Fevereiro, 2015 00:30
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