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Desigualdades: uma fatalidade?

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Desigualdades: uma fatalidade? Empty Desigualdades: uma fatalidade?

Mensagem por Admin Seg Out 24, 2016 10:39 am

Uma das principais funções da escola pública é mitigar as desigualdades sociais, proporcionando a todas crianças e cidadãos ferramentas, através da educação e melhoria dos níveis de qualificação, de modo que possam atingir os seus níveis de sucesso e superar os fatores de desvantagem que o seu contexto familiar e social lhes proporciona.

As caraterísticas da família de proveniência são um fator determinante para o bom desempenho escolar. É fácil entender que se as crianças trazem de casa uma determinada cultura que se prolonga na escola e se replica estão em vantagem e mais facilmente se integrarão nesse contexto. Os quadros de honra tão acarinhados vêm demonstrar precisamente que os alunos oriundos da classe média e média alta são os mais prováveis candidatos a preenche-los. São quadros de honra para uns e de desonra para todos os outros, sobretudo aqueles que desejando lá constar, nunca atingirão esse objetivo. Não desmerecendo as qualidades humanas e académicas dos alunos que estão nos quadros de mérito, pergunto que benefício pedagógico tem?

Na escola pública que tem maiores responsabilidades sociais seria expectável que as práticas educativas fossem mais benéficas para a integração das classes menos favorecidas e não contribuir para o reforço das condições já desfavoráveis. Por isso é muito importante ter consciência dos impactos dessas práticas, que vão desde o estilo de gestão adotado, passando pela abordagem pedagógica dos docentes nas salas de aula, pela linguagem que se utiliza na comunicação entre escola e família, que não raras vezes é incompreensível, pela própria linguagem utilizada pelos professores na sala de aula e nas provas escritas e acabando nos trabalhos de casa.

Os resultados de um estudo recentemente divulgado pela Direção Geral de Estatística da Educação e Ciência confirmam que em Portugal há uma “relação forte” entre o desempenho escolar dos alunos e o meio socioeconómico dos agregados familiares. Dando lugar aqui a uma referência do estudo, entre os alunos cujas mães têm licenciatura ou bacharelato, a percentagem de percursos de sucesso (sem repetência até ao 5º ano e nota positiva nas provas de Português e Matemática) no 2º ciclo é de 80%. Entre os alunos cujas mães têm o equivalente ao 4º ano, a percentagem é de 26% (Estudo Desigualdades Socioeconómicas e Resultados Escolares- 2º ciclo do ensino público geral).

O que este estudo vem concluir é que o insucesso não é uma fatalidade para os mais desfavorecidos. Há outros fatores que podem contribuir positivamente para contrariar a tendência e sem dúvida as condições que as escolas proporcionam poderão contribuir fortemente para a promoção da mobilidade social.

SOFIA CANHA / 24 OUT 2016 / 02:00 H.
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